Comecei a ler, ontem, um dos livros de Bertrand Russel, por acaso o mais conhecido, A História do Pensamento Ocidental.
Logo na apresentação onde o editor, provavelmente, faz uma breve "homenagem" ao autor. E uma dessas frases me chamou a atenção. E utilizando uma definição de Bertrand, ele escreveu: "A filosofia deve ser estudada não com o objetivo de se chegar a alguma resposta definitiva às suas questões, já que nenhuma resposta definitiva pode, como regra, ser reconhecida como verdadeira. Ela deve ser estudada em virtude das próprias questões, pois essas questões ampliam nossa concepção de que seja possível, enriquecem nossa imaginação intelectual e diminuem as certezas dogmáticas que fecham nossa mente à especulação. Mas sobretudo ela deve ser estudada porque, graças à grandeza do universo que a filosofia contempla, a mente também é engrandecida e se torna capaz daquela união com o universo que constitui o mais alto dos bens."
Eu já havia estudado essa "união" de uma outra maneira, de um jeito mais prático e menos penoso - eu digo isso pelo tempo que se gasta e também pela difícil compreensão de alguns textos - que os estudos. No entanto, esse meio pelo qual eu já havia aprendido, as vezes deixava um vazio, e dava a impressão de que a busca daquela resposta estava emperrada, atravancada. O que nos dá uma sensação de vazio interior, de derrota, de inferioridade, de falta de sentido para as coisas.
Visto que eu não ia adiante com certas questões passei, então, a buscar as respostas com a ajuda da filosofia. Confesso que encontro quase sempre.
Logo na apresentação onde o editor, provavelmente, faz uma breve "homenagem" ao autor. E uma dessas frases me chamou a atenção. E utilizando uma definição de Bertrand, ele escreveu: "A filosofia deve ser estudada não com o objetivo de se chegar a alguma resposta definitiva às suas questões, já que nenhuma resposta definitiva pode, como regra, ser reconhecida como verdadeira. Ela deve ser estudada em virtude das próprias questões, pois essas questões ampliam nossa concepção de que seja possível, enriquecem nossa imaginação intelectual e diminuem as certezas dogmáticas que fecham nossa mente à especulação. Mas sobretudo ela deve ser estudada porque, graças à grandeza do universo que a filosofia contempla, a mente também é engrandecida e se torna capaz daquela união com o universo que constitui o mais alto dos bens."
Eu já havia estudado essa "união" de uma outra maneira, de um jeito mais prático e menos penoso - eu digo isso pelo tempo que se gasta e também pela difícil compreensão de alguns textos - que os estudos. No entanto, esse meio pelo qual eu já havia aprendido, as vezes deixava um vazio, e dava a impressão de que a busca daquela resposta estava emperrada, atravancada. O que nos dá uma sensação de vazio interior, de derrota, de inferioridade, de falta de sentido para as coisas.
Visto que eu não ia adiante com certas questões passei, então, a buscar as respostas com a ajuda da filosofia. Confesso que encontro quase sempre.
Um comentário:
Aêêêêê! Finalmente!
Devo dizer que a espera valeu a pena! Começou muuuuuito bem! Nem sei o que comentar...
Vou então desejar vida longa a essa busca!
E viva as perguntas e as respostas também! Talvez mais as primeiras que as últimas... : )))
Já estou vendo que coisas incríveis vêm por aí...
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